Prefácio

Em vez de pensar em isolar-se, procure coisas boas, procure virtudes.
Solte os pensamentos.
Deixe essa nau voltar a terra com bons ventos,
Por que o jogo da vida não é para pôr em jogo.

O que são apenas palavras não têm o mesmo reflexo que a preguiça
Mas uma força de que procuramos
E assim nos esperançamos
Num inferno chamado Terra, que o Homem seu fogo atiça

Se o que foi criado para o bem ficou mal e tentado
É porque esse mal não percebeu para que foi criado
Então foi porque foi tarde demais para um cancro deflagrado

Como o tumor que tem de ser tirado
Mas compreensível e não irado
Fátima, o quinto império pelo mundo amado

Digamos que quem canta seus males espanta, mas aquilo que supostamente deveria ser considerado um pecado ou um erro mortal é o que leva a pessoa em causa ou terceiros à morte. Conforme alguma situação arriscada em que o leitor se deparou, assim o próprio leitor tinha algo mais a acrescentar, algo mais a dizer.

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Providência cautelar

O iluminismo só está completo com o estudo das virtudes, em vez de arrastar a todos numa complascência secreta.

corrente

Percebendo o ateísmo, então qual seria a melhor maneira de um ateu interpretar isto?A racionalidade pode ser uma arma para não cairmos nas ilusões dos outros. Deixámos de acreditar em Deuses e anjos para acreditar que tudo tem uma explicação lógica. A partir dessa explicação lógica encontrar defeitos pode ser uma virtude, mas o ateísmo não é o que parece. Essa liberdade tanto aclamada, porque é dando liberdade às pessoas, que se conhecem as pessoas e como às tantas querem individualizar essa mesma liberdade.

vela

Qual seria a melhor maneira de um religioso interpretar isto? Os desígnios de Deus são infinitos. A principal razão de ser emerge se vale ou não mesmo a pena pensar em virtudes, porque é uma das muitas coisas que fazem parte da sabedoria. Se não ligam à nossa senhora, então como se pode conter a ameaça fantasma?

Se não é possível ir mais longe, então qual seria a melhor maneira de um agnóstico interpretar isto? Uma opinião acerca das 2 repostas para os lados opostos, a natureza da própria da razão e o próprio princípio do paradoxo apresentado. Se vivemos num mundo de crenças, então a melhor maneira de combater crenças fanáticas é com crenças não fanáticas (a principal motivação deste blog), mas não o faça se a pessoa não tem mente aberta até esse ponto.

Porquê?

Ao longo da história nada do que foi extremo deu bom resultado.

 

Geral de outras

Saber fazer pescado é a arte da oferta. Engenharia social é aquilo que precisas de saber para saber como te tentam enganar, como é o caso de pessoas astutas, como manipulam os outros, incluindo a impressão que criam de ti. Qual é “a sua palavra-chave”?

Acho que a coisa poderá um dia tornar-se mais interessante do que se pensa, nunca com uma virtude em si, mas sim com todas ao mesmo tempo. As maiores ganham poder e dimensão com outras menores. Prefiro que o que menciono seja visto como factos e não como dogmas.

Mais importante do que o dogma em si são as coisas essenciais da vida. De um modo geral bem e mal são conceitos complexos, que merecem ser entendidos, que à partida qualquer pessoa que não quer conflitos com o próximo preferia justificar o bem em vez do mal, sempre limitada aos seus conhecimentos adquiridos, porque haverá sempre algumas diferenças de cultura para cultura e devemos respeitar isso. Ninguém consegue viver quando o mal já avançou demais nas nossas vidas, pelo que voltamos às coisas essenciais da vida, pelo que voltamos à necessidade de entender o bem e o mal para nos defendermos.

Virtudes são qualidades. Referimo-nos às qualidades que pretendem fazer funcionar um sistema.

Se falamos de 7 virtudes ou de outros assuntos relacionados com a religião, livros como a Bíblia, o Al-Corão, dos comunistas ou de outras religiões não têm de ser perigosos, porque são nada mais que livros com as suas qualidades. O que é perigoso são fanatismos e seitas.

Pode-se pagar bem caro por pecar contra as virtudes originais dos “anjos caídos”, que estiveram na origem da sua queda. Na minha opinião não existem 7 pecados mortais, mas sim 14 pecados mortais. Essas virtudes originais com que se pode pecar são a sabedoria; a capacidade de reconhecer e perceber as qualidades dos outros (o dinheiro foi uma forma de medida, mas o mundo é composto por demasiados parâmetros); reconhecer a importância de valores, princípios e regras; ter razão e ser racional com as coisas, mas o problema é quando não te respeitam essa capacidade; ter a capacidade de atacar um alvo considerado adversário (uma insatisfação insaciável e há assim na inveja uma falta de vontade em perceber coisas e não de capacidade para perceber as coisas, porque se for para tramar os outros não é preciso nada, mas a virtude vinda da análise dos livros de psicologia é útil à policia e ao exército, por exemplo); um excelente sentido de humor (uma grande arma dos primatas; mas qualquer um de nós já se riu de bêbados ou drogados ou asneiras) e finalmente a capacidade de dominar e perceber as máquinas e a tecnologia (se as máquinas fazem tudo, podemos cair na tentação de não fazer nenhum). Nesse sentido para quem é crente só se deveria pedir essas virtudes a Deus que os criou. Se a única virtude de S. Miguel fosse a humildade, então ele próprio seria um anjo caído. A maior virtude de Steve Jobs é a capacidade de mudar o mundo, porque sabe muito como S. Gabriel.

A sabedoria implica questionar as coisas, em vez de aceitar tudo o que aparece pela frente. O problema de Lucifer não era esse. O problema de Lucifer é que foi a partir daí que começou a descarrilar e não soube como parar. Não aceitar não implica necessariamente não perceber. Se toda a gente pensasse da mesma maneira, então o mundo estaria condenado. De qualquer das formas ser humilde é a melhor das maneiras de ter respeito por Lucifer, por que para já é S. Miguel quem lhe pode fazer frente.

Ao estudar a minha abordagem sobre humildade prefiro ter os pés bem assentes na terra.

MARTELO-JUIZ

O verdadeiro problema da religião é que tudo deveria evoluir sem mais complicações do mais irracional como uma célula ou um micróbio e acabar em algo mais racional como um Homem moderno. A maneira correcta de impôr princípios, valores e regras é racionalmente (amadurecimento). Há uma diferença entre o raciocínio válido e o raciocínio consistente, segundo a ciência. O maior problema dos princípios é que a verdade muitas vezes não é o que parece. Os princípios podem ter filosofias contraditórias tal como o dinheiro que influenciam pode ter filosofias contraditórias. Sabendo julgar, por algum motivo os juízes são pessoas que tentam ser imparciais e ao mesmo tempo têm poder. Todos os juízes deveriam aprender a programar computadores de forma básica ( aí aprenderiam o quanto frequente o ser humano comete erros, entre outras aproximações à realidade, tais como como há uma certa relação entre intenções e ações, como funciona as diferentes noções de veracidade ou as noções de experiência), conforme referido por Steve Jobs. Aprendendo com os juízes uma decisão não tem de ser consensual.

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Como é se queres seguir a melhor conduta profissional? Quem é que começou a atrofiar como acontece com quase toda a gente? Quem merece ser punido se for caso disso? Pensar em princípios, valores e regras (sendo que a religião tem apenas um aspecto figurativo, de exemplo básico, de exemplo simplista e não técnico) faz parte do trabalho em si de cada um. Cuidado, cuidado, por que a intenção nesse caso é acabar contigo e não importa o resto e mais nada à tua volta. Pelo menos em algumas situações da vida a razão não é o que parece e julgamos mal as pessoas que pensam de maneira diferente.

beer

As praxes académicas quando são devidamente praticadas são terapêuticas e conseguem rentabilizar uma pessoa, mesmo que acabemos por rir das nossas figuras, portanto vai para a universidade quem tem a obrigação de ir. É como chamarem-te doutor e nada se fazer?

A tecnologia traz vantagens a todas as áreas. A “preguiça” sabe que a “generosidade” pode ser uma arma, portanto “nada melhor” que dar uma tecnologia poluente para nos destruir (ataque ao zelo). Que poderá ter pensado quem criou a história de Lucifer?

 De que somos feitos (ao se ouvir falar de tal pai, tal filho), ou de quem é a culpa (a palavra Adão significa toda a humanidade) e o tipo de contos da época com que as pessoas se acreditavam. A religião verdadeira prova-se assim, por revelação, como referiu o descansado Stephen Hawkins.

A vergonha é muito importante, senão caímos numa seita, mas não tenho nada contra os actores pornográficos, desde que cumpram a legislação em vigor.

A Bíblia e o Al-Corão mesmo sendo considerados livros violentos, a violência não é um pecado mortal. Há estudos que indicam que a religião (implica saber ter cuidado) em geral pode melhorar a capacidade de trabalho das pessoas com um pouco de espiritualidade, mas há que ter um auto-controlo sobre o assunto, por que para ter sucesso é preciso muito mais que apenas espiritualidade. Saber reconhecer o que há de bom noutras culturas é uma boa forma de combater o fanatismo religioso, mas sempre respeitando quem está a trabalhar ou querendo trabalhar em paz. Tanto eu como muita gente gostamos de alcatifas (invenção do médio-oriente) e ninguém deveria se preocupar com quem tu és.

Quem leva espiritualidade a mais na vida tem insucesso.

Virão os santos ajudar? Se tiver razões para recear vou confiar num homem mau?

Não há palavra mais amiga da palavra fé, que a palavra esperança.

O verdadeiro problema

O verdadeiro problema é que o Deus deste mundo não é o verdadeiro, mas sim uma figura com várias caras como o Lord Bafomé. Se uma dessas caras diz que devemos ser compreensíveis, a outra é totalmente incompreensível como manda a religião, portanto peço perdão por qualquer mal entendido. Não falta por aí pessoas com várias caras como manda o dinheiro e não é só o meio-ambiente que anda poluído, mas também a cabeça das pessoas.

Antes de tentar perceber uma teoria seja minha ou de quem for, que dizer da própria teoria?
Uma boa mentira ou engano precisa de fazer parte de uma boa teoria e uma boa teoria precisa de partir de princípios. A partir daí dá para perceber a verdadeira origem do caos criado.

Se há pessoa em quem podemos confiar é no papa Francisco.

Os poderosos são pessoas astutas, inteligentes e espertas e como espertas que são querem saber de tudo, assim como outros espertos que não podemos enganar. Faço-lhes a vontade.

Conclusão: tenho isto publicado.

1.Humildade

Iluminismo

Se não souberes justificar o que és nunca terás o verdadeiro respeito e receber o devido mérito pela qualidade de raciocínio e sua importância por quem o sabe reconhecer devidamente e não por quem não o sabe, por que essas pessoas existiram sempre. Essa foi uma das peça chave do iluminismo. Hoje respeita-se a ganância como se devia respeitar a humildade, daí o propósito juntamente com a igualdade de direitos de alguém humilde para com os outros.

A humildade pode ser complexa de ser entendida, porque há um todo de gênios ou pessoas discordantes em muitos aspetos, que assumem o mesmo ou defendem o mesmo. A compreensão dos homens é limitada e o que defenderia o seu próprio génio para não haver estupidez é o que podem ou não fazer. Vejam bem como ficou a pessoa mais inteligente da História dos séculos XIX e XX. Do meu ponto de vista reconheceu a relação entre a “importância” de limites morais, a sociedade e o conhecimento. Mesmo que haja noção entre bem e mal como define a moral, isso não quer dizer nada. Tornou-se num adulto com problemas emocionais.

Quem é humilde tem o direito de falar e ser ouvido. Há até falsos testemunhos ou falsas impressões, alegando que tudo não passa de uma estupidez da própria pessoa, como se a própria pessoa fosse burra e daí muita deslealdade a quaisquer factos que se tente levar ao de cima. Pergunta mais inteligente: do que é que precisas ou do que é que te queixas? Muitas vezes o diálogo não é possível e muitas vezes só pensam no seu ponto de vista. O ilumimismo em séculos passados é isso mesmo: uma prova de humildade e acreditar que há outros pontos de vista. Claro está e devemos permitir que um padre não seja ganancioso, porque ele mesmo tem os seus motivos e tem o seu próprio contexto onde está inserido.

Quando a arrogância impõe um mas à ganância, esse tem sido o principal problema da minha vida, caso contrário teria a ganhar com a ganância. Por exemplo em condições normais há sempre interesses com que devemos saber jogar, porque se não é a companhia de petróleo para poluir é a companhia de electricidade que quer os lucros exclusivos da energia. Como a arrogância manda na ganância parece que não há nada a fazer como em tantas outras coisas da vida.

Será preciso haver sempre mais e mais confusões como de um sociopata de Aguiar da Beira para haver respeito por alguém com valores e princípios?

Pobre de quem não procura o entendimento. Só peço uma paciência de Cristo nosso Senhor.

Não sou como tu óh menino rico, onde muita coisa te facilitaram a vida, enquanto eu tive de enfrentar os dissabores ainda assim menos próprios por parte de certos catangas. Se tu soubesses tanta coisa, que ensina o sofrimento e o sacrifício, acho que morrerias na depressão e nunca saberias verdadeiramente o que é a vida. Se calhar a deslealdade tem-te dado a promessa, que o outro na sua esperança a pode fazer quebrar, por que o outro na sua fé, só queria ser verdadeiramente útil o mais possível e como sabe fazer. Quando se vê tanta desgraça, se calhar os teus saberes não são assim tão sábios e para o reconheceres será tão difícil quanto o teu coração endurecido, que sempre só pensou em ti.

Só espero que não aconteça o pior.

A maior desvantagem de ser humilde é que ninguém te percebe, mas tal como todos os outros assuntos do iluminismo acaba por ser alvo de preconceitos. Se antes o problema era a igreja, agora é algo diferente e muito mais complexo. O preconceito pode logo à partida fazer pensar que a pessoa não quer perceber e pronto, deixando o indivíduo humilde num ciclo sem fim. É normal que não percebam, por que a lógica é o ramo mais complicado da matemática do ponto de vista da resolução de problemas complexos.

Uma vida sempre a aprender

estante-livros

Experiência de estudante. O que permite a absorção de conhecimento é importante. O conhecimento mais importante não são os factos, mas sim a lógica e os seus raciocínios adquiridos, que permitem analisar e perceber os factos. Daí a importância do ensino prático ou preocuparmo-nos como aplicar os conteúdos teóricos na prática.

O menino do campo lá de Africa pode ser muito inteligente, mas se não tem acesso a por exemplo um computador, nunca poderá usar a sua verdadeira inteligência. Daí a importância de absorver conhecimento e saber ouvir.

Maltratar um estudante ou ex-estudante pode ser perfeitamente fazer ignorar o verdadeiro poder da humildade, que deve ser testada tal como a verdadeira arrogância. Não foi Galileu Galilei que defendeu a importância da observação, teste, experimentação de todas as teorias? Mesmo que sejamos todos imperfeitos haverá sempre um ou outro exemplo que comprove o sucesso da humildade e é isso que conta, não tem de ser em todos os casos, porque vivemos num mundo que procura distorcer tudo.

Há um certo consenso inter-religioso sobre a questão

Afinal aonde todos eles querem chegar?

Se você já ouviu falar das 7 virtudes cristãs, então a humildade é a principal e mais importante.

Você bem gostaria de não haver razões para os árabes nos acusarem de pobreza espiritual, por que por algum motivo claro, pareceu-me que até eles defendem a humildade.

No filme “O homem que conheceu o infinito”, um génio hindu, revela a limitação de que tudo é composto por partículas. Como dizia o filme “o verdadeiro conhecimento vem dos humildes”.

Por algum motivo você nunca chame arrogante a alguém como o Dalai Lama ou parecido, principalmente sendo este com a China a estudá-lo.

De certeza que já ouviu na TV ou noutros media, os próprios comunistas a criticarem certas pessoas (poupem-me crimes de ódio, porque temos de perceber que cada um lá tem os seus motivos como eu e ainda assim não os descrimines, por que até o papa pede que nos perdoemos uns aos outros) por serem arrogantes.

Não saber ouvir criticas revela uma grande falta de humildade como é o caso de Nietzche e tantos outros. Uma igreja que deixa tudo para depois da morte é uma igreja incapaz de mudar o mundo.

O problema de Nietzche é outro, o de não reconhecer os factores que estiveram na origem do nosso mundo, conforme defendido por Galileu Galilei homem de fé segundo o canal “Canção Nova”, ou conforme Copérnico, ou Isaac Newton.

Copérnico defendia a simplicidade bíblica como origem de todo o seu raciocínio sobre o sistema celeste. Newton defendia o conhecimento prático e não o conhecimento teórico. É esse conhecimento prático de Newton que traz vantagem da sua própria lógica causa e efeito que ele criou do mundo natural sobre o sobrenatural de antigos. O que traz vantagem é melhor e preferível. Nietzche busca uma lógica para o mundo natural, mas incompleta como a de Newton.

Pode-se concluir desta forma que Nietzsche era um pouco arrogante, mas não de todo, o que veio trazer alguns pormenores interessantes.

Se falamos de religião, falamos de pessoas com grande capacidade para cativar os outros ou de lavagens cerebrais, incluindo pessoas mesmo inteligentes, o que implica à partida bons raciocínios lógicos, como é o caso muitas vezes de conselhos de senso comum. O problema é que a religião é uma figura com várias caras, pelo que o mais provável é você ser-se enganado.

Social

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Tudo é conhecimento. As pessoas são conhecimento. A humilde exige aceitar o que não concordamos, logo devemos aceitar as pessoas que não concordamos, em vez de começar à batatada. Ninguém quer ceder a limitações que só o prejudicam e isso tem justificação.

Se vives numa ditadura tens de aprender a viver segundo o regime e considerar as hipóteses que tens em relação a ele, mas como em qualquer situação hás de ter as tuas obrigações e direitos.

A humildade é um mecanismo de adaptação.

Não há maior besta do que um homem que só pensa em bestas. Devemos pensar em coisas alegres, boas e de aproveitar a vida. A nível social neste tipo de coisas há quem consiga ser psicótico e depois afasta as pessoas ou ficando com mais psicóticos à volta, o que não se pode fazer.

Epistemologia

Conhecer as limitações e utilidades do conhecimento é o que faz avançar o conhecimento.

Tu és conhecimento, porque não passas de uma configuração da realidade. Um verdadeiro bandido não conhece limites e é isso que mais vai ao encontro dos limites morais dos homens que não os entendem ou fazem-se que os entendem, conforme abordados anteriormente. Perceber a humildade ajuda-nos a entender de que é preciso evitar o confronto desnecessário com um verdadeiro bandido. Uma vez obtida a experiência necessária, ao reconhecer os meus próprios limites, estou a evitar cometer os mesmos erros que um verdadeiro bandido comete ou a tornar-me ainda mais bandido? Aprender a ser um bom policia não é brincadeira nenhuma. Apenas descobrir coisas é importante para não nos deixarmos enganar.

Conhecimento explicito com conhecimento explicito gera conhecimento explicito. Como fonte de conhecimento explicito que és, os outros terão que reconhecer que sabes criar, agora o que os outros dizem não quer dizer que seja verdade.

Hoje em dia há uma lacuna muito grande acerca do que significa crenças e princípios (crenças a partir do qual se desenvolve todo o raciocínio). Se não agirmos segundo as nossas crenças, então é como viver sem propósitos e assim não somos mais nada do que algo fútil e desnecessário. É na parte dos princípios que surge a situação mais complicada, porque não há lei moral que obrigue as pessoas a tornarem-se de alguma forma favoráveis contigo. Se por exemplo sabes como são os namoros já deves ter reparado que elas muitas vezes nos erros da vida gostam deles sem nenhum motivo em especial e isso é um dos muitos aspetos sociais adversos à razão. Disse este por ser o mais simples de perceber, mas o mesmo se pode aplicar ao trabalho ou universidade com toda a gente a competir contigo e por mais que tentes agradar os outros ou por mais que a tua ideia possa melhorar as suas vidas, podes estar constantemente num impasse total.

Se o conhecimento cientifico para o ser tem de ser falseável  (Karl Popper, 1975), então é porque juntamente com a sua relação com o contexto onde se insere, que ele forma uma tautologia, pelo que deveria ser impossível provar a existência ou inexistência de um Deus, por que o tudo pode não ter contexto. Tem-se ainda um problema recursivo do contexto do contexto, como os conjuntos numéricos, que nos impede de chegar ao criador. O pior emerge quando as pessoas simplesmente não querem aceitar a humildade, inventando se for preciso limitações que não existem.

Física e a teoria do tudo

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A incompletude de Godel desafiou a teoria de Stephen Hawkins e esta incompletude pode ser a chave para encontrar falhas na teoria do tudo.

Galileu Galilei revelou a importância da observação para comprovar ou refutar teorias, mas a observação é sempre parcial. Se a observação é parcial e tendo em conta a perspectiva de Galileu Galilei, então nunca se irá ter uma teoria 100% comprovada e que pode falhar em determinadas circunstancias sejam elas previsíveis ou não. Da mesma maneira que um conjunto de regras que explique toda a realidade tem de ter uma representação binária, então  nunca se irá conseguir justificar tudo (problema da validação de fórmulas).

O mais revelador para completar este ponto de vista é o meu programa knowledgeSimulator. Nele ao ler muitas matérias pude provar evidências com pelo menos uma coisa em comum: implicadore(s)^implicados=resultado. Isso lembra alguma coisa? Sim: a^b=c. Só que as pessoas complicam o mundo, que como já se sabe bem poderia funcionar em plena harmonia. Se a experiência mandasse, diminuía-se ou minimizava-se os acidentes sem recurso a condução autónoma. As estratégias mais bem elaboradas têm precisamente esse problema, tal como o meu algoritmo pseudo-genético para resolver o sudoku, que de tão bom que é (mesmo que com drifts genéticos), já nada tem a ver com a própria evolução humana, se é que a evolução humana tem coragem de reparar em tais pormenores (mas pelo menos os cientistas o devem ter).

Informática

Quais os principais motivos de defender humildade para com a informática?

Conseguir mudar as pessoas para que trabalhem melhor do que antes.

Que há na área que o justifique e consequentemente em todas as outras para que as minhas palavras tenham a máxima força?

Várias coisas.

O contexto é o conceito mais importante para justificar a humildade. O contexto relaciona-se com limitações e as limitações com a própria humildade. Mesmo numa tese militar é de relativa importância perceber essa coisa do contexto.

As ontologias como ramo da metafísica, que no fundo servem para modelar qualquer conhecimento, têm uma relação com o contexto.

Uma aplicação web como tantas outras pode ter um conjunto de variáveis, que representam o contexto.

Os valores reflectem a maneira como programamos, sendo os nossos programas o conhecimento gerado. Um bom programador de chatBot pode-se ver obrigado a defender valores, aliás não sou o único com esse ponto de vista se observarmos documentários da TV. Se pesquisarmos “doutor António Lopes de Sá” defender isso não implica baixa inteligência como em tantas outras pessoas.

Em programação multi-agentes, o ambiente e os outros agentes tem uma relação com o contexto do agente.

A confiança é um conceito complexo. As fórmulas matemáticas ou valores numéricos usados na programação são conhecimento explicito. Nada funciona sem confiança, por que sem confiança não há troca de conhecimento e não há aplicação do conhecimento.  Existe vários factores que podem comprometer ou beneficiar a confiança como erros; a tolerância a erros (também é importante e por isso tem-se de estar pronto para assumir riscos limitados); a competência; o conhecimento; os relacionamentos; a cognição; aquilo que é codificado na base de dados; a noção dos traços de personalidade; os estímulos da organização (regras, políticas, sanções, etc.); mesmo que pareça incerto, a partilha das previsões causa-efeito ajuda e muito; transmitir confiança ao indivíduo para aceitar aplicar o conhecimento vindo de fontes externas, isto porque a mentalidade de não aplicar ”o que não foi criado aqui” é uma barreira ao uso e aplicação de conhecimento e deve haver toda uma estrutura de reconhecimento e valorização. A sociedade quer que eu brinque em serviço.

Quando não se reconhece a importância de pesquisar sem barreiras de forma a resolver os nossos problemas, isso não se limita a ir contra os princípios de um mestre em engenharia informática, mas sim a criar um todo de complicações pessoais e colectivas, impedindo uma pessoa de usar a sua inteligência para o bem comum. Você também não queria que não o deixasse usar o que aprendeu.

Em engenharia de software aprende-se que muitas vezes filosofias contraditórias aplicam-se em contextos distintos; mas mesmo essa coisa do contexto é explicita, se queremos desenvolver uma lógica causa-efeito das coisas à nossa volta.

Se a intenção é um dia fazer jogos, então porque impedir o funcionário de lá chegar, depois de ter dado um excelente contributo à empresa?

Dado a existência de tantos algoritmos no mundo dos video-jogos, qual é o mal de dizer que foi para informática para fazer jogos ou robots, se o mesmo pode e tem capacidade para fazer outras coisas?

Será que quem não está dentro destas coisas mete-se a exagerar?

Serei menos que os outros?

Nada nos deve deixar de fazer pensar na ciência e na técnica.

Como se pode dizer algo de uma situação desconhecida, sem a observar e sem batota como é o caso de um conjunto de métodos de resolução?

Politica

“O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.” – Marcus Tullius – Roma, 55 a.C.

Se és como Napoleão ou Hiltler, quando sabes estás a disparar contra tudo e todos.

Liderança

Saber reconhecer tanto as nossas limitações como a dos outros e saber impôr prioridades são passos intermédios, que permitem saber aonde podemos melhorar ou como preparar as pessoas ou como aconselhar as pessoas. Acreditar que temos limitações é uma mais valia para deixar os outros participarem no processo de tomada de decisão. Tirar um mestrado ou doutoramento serve para estar a par dos melhores métodos e práticas recentes da profissão.

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Como vê há coisas a nível pessoal.

Pesquisar, questionar e não ser arrogante permite ver alternativas.

A insatisfação insaciável é a maior inimiga da felicidade.

Além disso é preciso pensar nos objetivos das pessoas para as motivar.

Consciência ambiental

Se tudo o que fizermos estará dentro dos limites do aceitável, então nunca haverá problema. O maior problema é o que se vai acumulando, tal como a gordura, mesmo que pouca, durante muitos anos dá asneira.

Contabilidade

Se você tem a certeza de que já viu tudo engane-se. Se falamos de contabilidade, falamos de ganância, portanto vale a pena lembrar os problemas causados pela arrogância à ganância.

Um gestor tem de criar bons balanços e para isso não pode estar constantemente a acumular dívida (uma limitação). Tem de estar a par de todos os seus limites, observando variáveis como o património, as necessidades e muito mais. Tem de pensar nos objetivos dos seus empregados ou estar consciente do que se passa com eles para os deixar motivados. Tem de haver a possibilidade de negociar seja com quem for, reconhecendo o contexto das coisas.

Outros aspectos axiológicos a acrescentar

Devemos agir em conformidade com as nossas crenças e ao mesmo tempo em consenso com o mundo à nossa volta. Os indígenas para sobreviverem no mato onde foram criados precisam de usar a cultura herdada em consenso com os ciclos da natureza e com o que vão encontrando. Devemos aceitar as crenças que nos transmitiram, sem violar os princípios de confiança, para que possam ser postas em prática, tal como o indígena, caso contrário estivemos a desperdiçar o nosso tempo a ouvir as pessoas. Se calhar és tu que tens por obrigação ser dado como parvo!

Deverá ser o esforço dos outros para nos ajudar em vão?

Parece que muita gente não é assim como acontece depois de explicarem e perceberem valores, o que é uma irresponsabilidade, que em certos casos põem em causa a nossa sobrevivência. É como o médico que fuma e até ele mesmo pode perceber de axiologia (uma das área da filosofia que estuda valores) para ajudar os pacientes, mesmo sendo arrogante, tal como dá conselhos aos outros para não fumar. Em informática os programas seguem as suas crenças para o sucesso de suas operações. Se há coisa que se aprende numa profissão são princípios.

De que maneira estaremos a combater o orgulho?

Se falamos de extrema-direita, falamos de orgulho no seu estado puro.

 Se falamos em contexto, falamos dos nossos avós: os povos indo-europeus. Eles não eram nem mais inteligentes, nem mais fortes, nem mais burros, nem mais fracos que os outros povos, incluindo os que conquistaram e os pretos de África, Mayas ou Incas. Eles tinham impérios maiores e vantagem militar por causa do cavalo e dos outros desconhecerem esse animal. Isto tudo veio a propósito do Hitler.

 Falo disso ao reparar no mundo actual. Contexto R limitações do elemento R humildade desse elemento. R é uma relação. Este mundo tem uma grande falta de humildade e não só, se queremos a nossa própria liberdade. Já reparaste que um bom sistema de gestão de conhecimento implica liberdade das pessoas que o alimentam e que a própria máquina para funcionar correctamente precisa de informação consistente e devidamente fundamentada. E se o propóstio dessa inteligência artificial envolve a vida das pessoas? Já viste o mal que podem fazer a eles mesmos e a todos nós? Para não falar que isto é um mundo de parvos.

A área do conhecimento mais apropriada é gestão do conhecimento, uma vez que valores geram conhecimento. Ao que parece segundo a prof há um risco, assumindo determinados valores, mesmo que pudessem evitar todos esses problemas que estás a ter em conta e muitos mais. Pelo que consigo perceber há pessoas que inventam esse “risco nas coisas”, sem se conseguirem explicar como deve ser, assim como numa empresa ou fora dela podem prejudicar a tua produtividade, assumindo um conjunto restrito de coisas ou certezas absolutas. Não tenhas medo, por que o verdadeiro problema da 2ª guerra mundial está relacionada com questões de dinheiro (importante, mas só por si não é 100% viável) e não com isso. 

Consegue-se perceber que as pessoas complicam as coisas.

Ok!

Vou tentar explicar melhor.

Ontologias R contexto R limitações do elemento R humildade. R é relação. Humildade é o valor em causa. Se por um lado as ontologias têm lógica, mas por outro vivemos num mundo cada vez mais adverso por tudo com que tenha lógica, está explicado o risco das coisas ao defender certos valores. Mesmo assim como não é fácil ir contra certos pressupostos é normal haver muita coisa mal explicada ou confusa em termos lógicos e não puramente psicológicos. Desculpa se não é fácil explicar estes tipos de raciocinios. Se não fores mais especifico não consigo explicar. Se calhar é mais fácil arquitectura de software ou C++.

Consegui explicar melhor?

Melhor resposta possível veio de um ex-colega meu.

não consigo levar bem a tua corrente. As ontologias são um instrumento

para modelar conhecimento. É como se fosse a evolução duma base de

dados relacional, alias, se calhar o contrario, a bd é uma limitada

modelação de objetos e relações; por outro lado, de certeza que

sistemas de conhecimento modular já houveram muitos no passado, mas

hoje as ferramentas tornaram-se mais comuns, também.

Parece que são desprovidas de valores humanos, essa da humildade? bem,

mas por outro lado hoje em dia em que começas a ver a AI a ganhar

expressividade humana (e de certeza com backends cheios de ontologias

standardizados com serviços web, e tudo o que não imagino) sei lá, tou

me a lembrar do Amazon Voice ou da Siri, Cortanas etc, começam a

introduzir anedotas ligadas aos factos e relações e interagem um pouco

em função da conversa passada.

De qualquer das formas és um espectáculo!

Vais ao encontro do melhor ponto onde podia chegar ao ver um documentário na TV sobre AI, porque tenho procurado esse caminho, estar atualizado, à frente dos outros e prevenido.

2. Generosidade

Amar o dinheiro é uma coisa; defender o dinheiro até um limite ético, um limite racional e encarando as várias realidades é outra coisa.

coracao

Não esquecer que pensar em dinheiro para o obter seja de que forma for exige várias capacidades intelectuais, como o contabilista que defende fortemente a ética para que as suas empresas sejam credíveis. Dinheiro sim, mas com o devido cuidado. O dinheiro é uma coisa muito séria e precisa-se de ter muito cuidado com ele. Dar implica para além de saber gerir o dinheiro (o que são ganhos e o que são perdas), saber o tamanho do passo e o tamanho da perna, o que não deveria impedir que haja solidariedade. O dinheiro no mundo onde vivemos cria a nossa liberdade para podermos trocar por bens ou serviços, mas atenção a muita coisa de que devemos estar conscientes, por que o dinheiro tem um outro lado da navalha!

Enquanto Deus não resolve o problema do dinheiro por um lado defender o dinheiro pode ajudar-nos a combater o fanatismo religioso, por outro pode salvar-nos da tentação de nos metermos numa rixa sem hipóteses com os homens do dinheiro, mas mais importante de tudo de defender o dinheiro é evitar uma fome condenável que leva muitas das gentes deste mundo à morte.

Os nossos patrões com todo o devido respeito são a nossa fonte de lucro.

A melhor maneira de saber ser-se generoso é ajudando o patrão e não deixar o patrão cometer erros. Ajudar o patrão e não deixar que cometa erros implica ser trabalhador e inteligente. Não se meta em certas aventuras com oferendas aos outros sem pensar.

Quando sabemos medir e criar expectativas, a generosidade torna-se inteligente.

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Anunciar mensagens boas e optimistas é uma forma de motivar quem trabalha para isso. As pessoas positivas têm mais probabilidade em alcançar os seus objetivos. Procurar obter as 7 virtudes cristãs é um ato de bondade, mas a forma de obtê-las compete a cada um. Comunicar essas interpretações a alguém é fazer de mim um mensageiro, proferindo somente palavras e atos de bondade e positivismo. Sociedade? Há quem saiba ser inimigo de S. Gabriel Arcanjo, pelo que não vou proferir suas induções. Respeito por essas gentes! Haja paciência e calma.

Qual o motivo de S. Gabriel Arcanjo ser bondoso?

A frase de recursos humanos: “A bondade é o único investimento que nunca vai à falência.” de Henry David Thoreau.

Resumir-se a princípios seja de que sabedoria for não chega. Quando as coisas são feitas com vontade de ajudar nota-se uma grande diferença. Uma diferença positiva. O mesmo que digam o que fizeram àquela pobre alma e depois não consegue trabalhar assim tão bem.

Se calhar é preciso saber que a ganância gera muitos defeitos e que ficamos apenas por alguns, que espero tornarem as coisas mais moderadas, calmas e de maneira justificável até mesmo para a própria generosidade e que não prejudique a generosidade.

Há 2 maneiras de gerar conhecimento: com ganância ou com princípios e valores.

O conhecimento gerado pela ganância não é de todo credível, por que posso construir uma casa sobre uma base não consistente ou gerando problemas aos outros, que desde que venda, a única coisa que interessa é o dinheiro que entra. A Internet que por melhor elaborada a sua organização requer confiança, assim como tantas outras coisas da vida e é assim que tudo se desmorona. A ganância sem limites pode quebrar qualquer laço, independentemente do contexto desse chavão tão complexo que é (confiança). Prefiro as coisas o mais bem feitas possível, que funcionem e que sejam de confiança para gerar o devido aproveitamento. Prefiro não pensar que sou mais esperto que todo o mundo. E se a morte te disser: “de que é te serve tanto dinheiro, com base em tanta bronca?”

A ganância pode ser (não tem de ser) inimiga da simplicidade, quando a complicação provoca disfunção e lembramos que está tudo encandeado. Quanto mais simples as coisas são, melhor funcionam, conforme defendido por Copérnico. As crises económicas surgem também devido à complicação das circunstancias. Prefiro uma economia como máquina que é, que dure pelo menos mais uns valentes anos, com poucas avarias de relevo e fáceis de corrigir, para que nunca venha a ter problemas quer comigo quer com os outros.

Uma vez disse a uma pessoa conhecida:

-A história da humanidade é a maior vergonha que existe.-evocando uma série de motivos-… porque é uma combinação de poder, dinheiro e ganância. A este ritmo está tudo condenado e perdido de vez. A ganância constrói sem dúvida como outras verdades do iluminismo, mas o problema é quando destrói, porque pode ser mesmo o fim da humanidade e de tudo o que ela criou. A maior vontade que se pode ter é amor à vida.

Leonardo Da Vinci foi generoso para que houvesse certos conhecimentos (há uma certa importância da dádiva), mas não vá por tudo da GNU, por que um engenheiro vai sempre de precisar de ser recompensado e os GNUs foram usados para combater a Microsoft e outras empresas. Às vezes paga-se caro pela assistência e documentação dos programas livres.

A incompreensão humana (não vamos culpar a ganância) é a maior adversidade perante as suas próprias injustiças, que podem em certos casos serem mais complexas do que se imagina, por que também tem mais lógica aproveitar do que desperdiçar.

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Regra geral não criticar a ganância, por mais defeitos que tenha como fazem os comunistas (trabalham de má vontade e assim não há objetivos capazes como com a generosidade) ou algumas pessoas parvas do juízo, sendo que os comunistas ou algumas pessoas parvas do juízo pagam caro por isso ou metem a vida de toda a gente em perigo (quando está tudo em ordem criam uma desordem, depois vem uma responsabilidade e depois vem a queixa como pergunta o Freud) como se pode observar. Quando há ambição, há trabalho e objetivos, que devem ser respeitados e muitas das vezes não o são. Todos nós precisamos de objetivos.

A ganância precisa de algo que a ajude a comer e a crescer. É como a construção dos palácios, pontes,… Onde houve a ajuda de muita mão de obra.

A ganância de uns torna-se útil para outros quando por exemplo o objetivo é aprender a poupar, ou fazer previsões matemáticas (sempre com cuidado com as falhas, que possam haver), entre outras coisas possíveis. Nunca quando o que se aprende da ganância se torna um pecado mortal como a própria ganância.

O meu depoimento não carece de receios. Consigo falar com uma pessoa gananciosa e nunca com uma pessoa arrogante e tenho todo o respeito por quem é ganancioso. Com uma pessoa que pretende maximizar lucros consigo ouvir e dar sugestões. Com uma pessoa que corta as pernas e os braços e só deixa as orelhas é impossível de lidar. Ao mesmo tempo se tem vontade de perceber outras realidades, nunca vai deixar de ser ganancioso por causa deste depoimento e armar confusões por causa disso. Quem é arrogante arrisca-se a perder tudo o que tem.

Conclusões

Saber ser generoso implica saber como as pessoas são. Ajuda mesmo quem te vai retribuir por obrigação. Ser um bom pescador na roleta russa que é o amor.

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 Se os homens são os maiores inimigos de si próprios, então sendo que os avisou perante o que sabe (mãos limpas) não tem nada a perder como  o barco de Tiro (“Deus” ou melhor dizendo um problema de engenharia) relatado pelo profeta Ezequiel. Faz a vontade dos homens, desde que isso não se volte contra ti e isso inclui o que deixaram a perder e tanto querias. Não enfurecer a coisa perigosa que é a ganância com certo tipo de criticas é importante.

 A solidariedade não perde nada em gestos pequenos e reforça a aparência da organização. E se rezar é para que os sacrifícios não sejam em vão?

 A ideia que consegues criar de ti faz a diferença.

3. Puro e sadio

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Ser-se santo é ser-se bom em tudo o que se faz no sentido da palavra. Ser-se bom em tudo o que se faz engloba o que está dentro e fora do trabalho. Ser-se santo implica ser-se bom na sua profissão quer seja engenheiro, pedreiro, carpinteiro, advogado (nem que minta como o rei Davi, por justa causa), etc. Procuro assim tentar juntar-me aos mais fortes (sabem trabalhar, sabem resolver as suas outras chatices, sabem descontrair, ou pensar no que vale ou não a pena, não criam confusões).

Ser um excelente profissional já é uma grande virtude perante a religião que é uma coisa arrogante, quando a pessoa vive fechada para o mundo e não vê mais nada pela frente. O motivo vem do espirito de abertura que aproxima-nos das pessoas, ensina-nos a ver e a questionar as coisas como os 10 mandamentos e aproxima as pessoas dos 10 mandamentos. Se for caso disso, cada um nas suas profissões só ajuda a hierarquia. A história das virtudes ensina-nos a importância de uma hierarquia, onde todos têm de trabalhar. Comprometer a melhorar é contribuir para um mundo melhor.

Viver só de incertezas não nos permite trabalhar com a confiança necessária.

A pureza de carácter é muito importante, especialmente em pessoas de alto estatuto que têm-se de comportar devidamente. Qual a melhor experiência que se obtém de Saramago? Entre marido e mulher ninguém mete a mulher. Seguindo a mesma lógica, qual o motivo de “As 50 sombras de Grey” não serem um nobel? Não se bate nem na Mulher, nem no Homem. De um modo geral concordo com a existência da Bíblia, mas a sabedoria não existe se aceitarmos tudo o que aparece pela frente, caso contrário estamos a criar uma ideologia.

Um cargo ou ter algo exige responsabilidade, respeito e atenção ao que se vai passando. Há que saber ouvir os outros. Pensar nos erros da sociedade e a sensibilidade para certas questões realça uma pessoa. Se calhar há uma coisa na pureza de carácter, que é procurar pela compreensão das coisas. A pureza de carácter implica firmeza nas decisões, respeitando as outras virtudes e sobretudo saber o que se quer (não é como esses que andam constantemente a mudar de curso, a menos que haja alguém a atrofiar o juízo e que toda a gente deixa esse alguém numa posição absoluta). A pureza de carácter tenta prevenir incidentes e caso seja inevitável aproveitar-se do exemplo observado para servir-se de ocasião futura. Não é como esses de posição absoluta que vão buscar tudo e mais alguma coisa só para servir os seus propósitos e não os de toda a gente. Se trabalhou para isso não há volta a dar e merece o mesmo respeito que toda a gente.

Se não controlas as asneiras que dizes, então podes arranjar problemas. Dizer sempre asneiras pode fazer a pessoa perder-se no controlo do seu raciocínio, mas se nunca as dizes acabas por arranjar problemas sociais. Há um equilíbrio, mas também é preciso considerar as palavras e ações para futuras ocasiões.

O problema é que o mundo está a ficar mesmo podre e nem vê as qualidades das coisas quando são de qualidade. Essa falta de perceber a pureza de carácter leva as pessoas a escolherem maus líderes, prejudicando quem sabe mais sobre o assunto (nem que o andasse a estudar) e é mais inteligente. Por causa de tudo isso vale a pena aprofundar e estudar o que é a pureza de carácter (bom para tomar decisões) e a personalidade forte (uma pessoa que daquilo que sabe, sabe ponderar os bons conselhos e os maus conselhos). Numa boa hierarquia compete a cada um, um conjunto de decisões, tal como acontece com as virtudes. Se a religião sabe ser uma coisa confusa, então não presta para tomar decisões.

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Uma prostituta (um sinal de podridão e de decadência humana) normalmente é uma pessoa com grande capacidade para evitar doenças, quando sabe usar o preservativo, o que vai contra os fundamentos de um serial killer do filme 7 pecados mortais, que era doente e que se deixou levar pela ira e pela inveja.

Há que procurar maneira de prevenir as doenças, senão não se dura muito tempo. A poluição está na origem de muitos problemas de saúde. Ditado: pagar, morrer e casar quanto mais tarde melhor. Se você toma atenção a seitas pode ficar doente e uma pessoa completamente boa do juízo não se mete nisso. Se tem pobreza espiritual pode acabar doente.

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Ao abordar assuntos como a arca de Noé torna-se muito fácil criar interpretações alteradas da realidade e não é isso que se pretende. É preferível apontar factos concretos do que dispersar. É preferível mostrar relações credíveis entre os factos do que apresentar barbaridades.

O fim justifica um principio (gênesis).

Saber questionar as coisas é saber ver todas as alternativas credíveis (descarta parte das possíveis). As alternativas são outras possibilidades para além daquilo que se conhece e para gerar todas as possibilidades possíveis é preciso saber as regras. Questionar regras pode complicar ainda mais as coisas e depois vem a questão da simplicidade para que as coisas funcionem. Ou seja estou a tentar perceber a história de Lucifer, que supostamente no sentido figurado foi o que pôs a nossa vida em jogo e qualquer jogo tem as suas regras como é o caso do dinheiro. Segundo o “The art of war” de Son Tzu para vencer o inimigo, ele vai ter de jogar o nosso jogo e as nossas regras e estaremos a jogar um jogo e as suas regras; em vez de viver uma vida com objetivos claros, duradouros, benéficos e bem explícitos?

Não há maior medicina que aquela cujo o objectivo do jogo seja a de salvar vidas e que saiba jogar esse jogo e as suas regras. Seja pobre ou rico pode ter de enfrentar uma doença: bactéria, vírus, cancro ou algo bem pior. Um micróbio pode ser muito inteligente.

Está demonstrado neste livro que todas as virtudes serviram a ganância para que ela se aguente o mais possível, pelo mesmo motivo que precisamos de bons líderes. Sem saúde não há economia. Ver no capítulo generosidade motivos para defender o próprio dinheiro.

Rezar reduz esse sentimento de ansiedade, que está relacionado com a percepção da pessoa acerca do futuro. Que não venham com culpas para cima de mim, por que focar só no próprio trabalho pode gerar ainda mais ansiedade e por causa disso que a pessoa tente-se prevenir com coisas para além do trabalho. Ninguém pode ser completamente desprovido de consciência para que o cérebro funcione bem, por isso é bom imaginar o futuro e o mais importante é sermos nós a fazê-lo a nós mesmos.

Há interpretações e interpretações e a partir daí conclui-se 2 caminhos: ou o da infantilidade, ou o da maturidade.